Todo mundo conhece alguém que teve um bebê prematuro ou que foi um desses bebês que, por algum motivo, precisaram nascer antes da hora prevista. O nascimento prematuro é algo relativamente comum. No Brasil, são 340 mil nascidos antes da hora, o que representa cerca de 12% do total de nascimentos no país a cada ano.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todo bebê que nasce com menos de 37 semanas de gestação (36 semanas e 6 dias) é considerado prematuro, ou pré-termo. Mas existem diferentes graus de prematuridade.
Os bebês prematuros podem ser classificados de acordo com a idade gestacional ao nascer, sendo:
Além disso, com relação ao peso de nascimento, os bebês podem ser divididos em:

Estão em maior risco para trabalho de parto prematuro as mulheres que já passaram por um parto prematuro, que estão grávidas de gêmeos ou múltiplos ou com história de problemas no colo do útero ou malformações uterinas.
Além disso, outros fatores podem levar ao parto prematuro:
Com exames de ultrassonografia é possível avaliar o crescimento e desenvolvimento do feto, além de possibilitar o diagnóstico precoce das alterações que possam predispor o parto prematuro.
As causas do parto prematuro são variadas, mas costumam dar sinais ao longo da gestação. Por isso, o acompanhamento pré-natal, com consultas e exames regulares, é tão importante para a saúde da mãe e do bebê.